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terça-feira, 1 de setembro de 2015

Anvisa atualiza normas para alimentação em eventos de grande porte no país

 
   A Anvisa aprovou duas atualizações das normas sanitárias para a realização de grandes eventos no país. A primeira regra trata da prestação de serviço de alimentação voltados ao publico de eventos de massa que envolvam um público diário de mais de mil pessoas.
    A resolução que será atualizada é a RDC 33/2014 que define o funcionamento de serviços de alimentação em grandes eventos. A nova regra prevê itens específicos como atenção com a alimentação destinada aos trabalhadores do evento e um dimensionamento adequado de lixeiras para o público, já que o lixo pode atrair vetores de doenças. Outra novidade é a comunicação para a vigilância sanitária local, em até trinta dias antes do evento, da lista de fornecedores e empresas de alimentação contratadas.
    No caso de locais sem instalações de água corrente só poderão ser comercializados alimentos embalados e prontos para o consumo, que não exigem manipulação.
    A atualização da regra terá prazo de 90 dias para entrada em vigor, a partir de sua publicação no Diário Oficial da União (DOU) nos próximos dias.

Importação para eventos de massa
   
A segunda norma aprovada pela Agência, prevê procedimentos específicos para a entrada de bens e produtos procedentes do exterior e destinados à utilização em eventos de grande porte. Esta regra é exclusiva por delegações ou comitivas credenciadas que participam do evento e engloba a liberação de bagagem individual, bagagem coletiva e cargas. A regra é importante já que nos eventos esportivos, por exemplo, as delegações precisam entrar no país com itens como medicamentos, alimentos e materiais médicos, entre outros produtos sujeitos à vigilância sanitária.
    A entrada destes produtos não poderá ser feita para fins comerciais. A norma será publicada no DOU nos próximos dias.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Descontinuação de Medicamentos Ago/2015



    Veja a lista de medicamentos que terão algumas apresentações descontinuadas, entre eles alguns bem conhecidos como Brator e Brator H, Fosamax D, Mucolix, Ramipril, Calcium D3, Retemic, Dramin B6, Paraqueimol, Efortil, Caltrate D...
    Lembrando que em alguns casos são só algumas apresentações.


Confira a lista completa em:
1. Relação dos medicamentos para os quais os laboratórios notificaram descontinuação definitiva de fabricação ou importação; (Atualizada em 06/08/2015)

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

DIA DA FARMÁCIA 05/AGOSTO

"Em cada medicamento que alivia as dores da humanidade está a ciência do farmacêutico.

 PARABÉNS A TODOS OS FARMACÊUTICOS E PROPRIETÁRIOS DE FARMÁCIA!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Exposição a antibióticos pode aumentar risco de artrite juvenil, aponta estudo

Pesquisadores analisaram dados de mais de 450 mil crianças.

    Estudos anteriores já indicaram que cerca de um quarto dos antibióticos prescritos para as crianças -- metade deles para infecções respiratórias -- são desnecessários. Recentemente, mais uma razão foi apontada por uma equipe americana para evitar o uso desses medicamentos na saúde dos pequenos: o risco de desenvolver artrite pode aumentar.
    Conforme estatísticas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, entre 4,3 mil e 9,7 mil crianças com menos de 16 anos são diagnosticadas com a doença por ano. Causas ambientais também podem estar relacionadas a esse índice.
    Pesquisadores descobriram que crianças prescritas com antibióticos tiveram duas vezes mais risco de desenvolver artrite juvenil -- uma doença autoimune, caracterizada por inflamações crônicas que podem levar à dor, deficiência e perda de visão. O estudo, publicado no periódico Pediatrics, foi realizado em parceria das universidades de Rutgers e da Pensilvânia.
    Incentivados por outros levantamentos que comprovaram a maior incidência de doenças crônicas causadas pelo uso de antibiótico, os americanos iniciaram as análises em cima de dados do THIN (Rede de Melhoria da Saúde, na tradução em português), que recolheu informações de mais de 450 mil crianças. Destas, 152 mil foram diagnosticadas com artrite juvenil. Após os ajustes para outras doenças autoimunes e infecções, as crianças que receberam prescrições de antibióticos tiveram um risco aumentado de desenvolver a doença.
   Além disso, foi possível concluir que infecções respiratórias foram mais associadas à artrite na infância quando tratadas com antibióticos. Como medicamentos contra vírus e fungos não foram relacionadas ao problema, pesquisadores concluíram que o risco foi específico para antibacterianos.
    Daniel Horton, um dos autores, explica que o rompimento das comunidades microbianas no organismo desempenham um papel na doença inflamatória e em outras autoimunes. Segundo ele, os antibióticos são um dos mais conhecidos disruptores dessas comunidades.
    Horton advertiu que pesquisas adicionais são necessárias para confirmar esses resultados, a fim de compreender melhor os mecanismos da artrite causada por antibióticos.

Fonte: Zero Hora